24 de jul de 2016

Alemanha – solicitação para leis de armas mais rigorosas após o massacre em Munique

Prólogo.

E aqui estamos nós de novo, de volta a Alemanha Oriental. O mesmo governo que pediu para que não colocassem “na roda”, digamos assim, o imigrante afegão responsável por um ataque a machado num comboio na Baviera – assim como também ataques sexuais na cidade alemã de Colônia – está agora propondo “proteger” os seus cidadãos ainda mais.  De que forma? Controle de armas. Mas espera aí? E aquele primeiro ataque num comboio em Munique à faca, e o segundo com machado? Não vão proibir facas e machados? Aparentemente, não. Armas são a melhor pedida, pois assim podem abranger os cidadãos pagadores de impostos cumpridores da lei. 

Maizière representa exatamente o espírito do CDU de Ângela Merkel: um partido de “direita conservador” só de nome, que é inteirinho composto por marxistas da pior espécie.  Thomas de Maizière teve a cara de pau de dizer que o terrorista de Munique era um convertido ao Cristianismo, portanto, ele se enquadra na descrição de Breiviki, um assassino norueguês com problemas psicológicos, cuja imprensa fez questão de chama-lo de cristão, e ratificar sua religiosidade, que só existe na nota de rodapé e em nas imaginações dos editores dos jornais tendenciosos, pois pela polícia mesmo não há uma prova sequer sobre isso. No entanto, a imprensa escolheu Breiviki para ser o seu primeiro assassino “cristão”. O CDU de Ângela Merkel está me dando mais nojo do que o partido dos trabalhadores. 


E vejam que a Social Democracia se faz presente quando a questão é desarmar a população. A prova de que a queda do muro não trouxe nada de significativo, no que se refere a mudanças, é que o SPD alemão, um partido socialista, assim como o partido hitlerista continua na ativa. O modelo socialista da Alemanha Oriental foi abolido, mas o Socialismo em si, está bem vivo na nova república alemã! E ele está incorporado na forma de fazer política do CDU e de sua obra prima, a Chanceler comunista Ângela Merkel. 





Sky News, 24 de julho de 2016. 

Autoridades alemãs estão pedindo mais controles rígidos na forma de leis de armas após o tiroteio em Munique perpetrado por um jovem de 18 anos que matou pessoa por estar obcecado com assassinatos em massa.

“Temos de continuar a fazer o possível para limitar e controlar rigorosamente o acesso a armas mortais”, disse o vice-chanceler alemão Sigmar Gabrielm líder do partido de centro-esquerda [só podia] sociais-democratas [ora vejam!], ao Grupo Funke, que possui uma série de jornais alemães.

Gabriel disse que as autoridades alemãs estavam investigando como o jovem de dupla nacionalidade germânico-iraniana teve acesso a uma arma apesar dos aparentes sinais de problemas psicológicos.

“O controle de armas é uma questão importante”, disse Gabriel à cadeia de jornais.

O jovem abriu fogo perto de um movimentado shopping center na sexta-feira à noite matando nove pessoas e ferindo mais 27, antes de apontar a arma para si mesmo e se matar por conta da aproximação da polícia.

O tiroteio de Munique foi o terceiro ato de violência contra civis na Europa Ocidental – e a segunda no sul da Alemanha – em oito dias.

O ministro do Interior alemão Thomas De Maizière, membro dos democratas “cristãos conservadores” da Chanceler Ângela Merkel, disse ao Bild am Sonntag, em uma entrevista separada que pretendia rever as leis de armas alemãs após o ataque, e buscar melhorias quando necessário.

Maizière disse que as leis de armas existentes são muito rigorosas, o que ele considera adequado, e é o que foi fundamental para entender como o atirador obteve acesso à pistola usada.

“Então temos que avaliar com muito cuidado onde exatamente será necessário fazer as novas alterações legais”, disse ele em uma entrevista publicada no domingo.

Ele disse que a Europa também estava debatendo diretrizes para novos controles de armas que estavam em discussão.   

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